Passado mais de um ano de injustiça, precisamos dar um salto na organização e aumentar as atividades que juntem todos aqueles que acreditam na luta para libertar Lula.

A campanha Lula Livre precisa ser ainda mais ampla e organizada. Liberdade, dignidade e democracia não se negociam. Independente de partido, religião, gênero, etnia, profissão e idade, a bandeira Lula Livre pertence a todos.

Tem várias formas de participação na campanha, entretanto, a principal dela é a organização dos Comitês. Organize o comitê na sua associação, trabalho, escola, universidade, no seu bairro ou coletivo.

Esta é uma luta necessária. É preciso lutar, é possível vencer essa batalha. Vem com a gente! Veja como organizar o Comitê:

O Comitê Lula Livre tem como objetivo principal elaborar, planejar, organizar e realizar atividades que corroboram com a campanha nacional pela libertação do ex-presidente, estimulando a participação ampla de diferentes setores brasileiros. Na sua agenda deve conter atividades públicas de manifestação de apoio ao Lula, de diálogo com a sociedade sobre as razões da prisão política, seu contexto e denúncia de qualquer tipo de cerceamento de direitos e/ou manobras jurídicas.

Um Comitê não tem presidente, diretoria ou qualquer tipo de hierarquia, mas em compensação tem que ser muito organizado, elencar responsabilidades diferenciadas para que ações debatidas e encaminhadas como coletivas sejam realizadas e alcancem êxito.

O Comitê é a principal referência para todos e todas que querem participar da campanha Lula Livre, discutir e até tirar dúvidas sobre os procedimentos políticos e jurídicos que envolvem o ex-presidente.

Não é necessário ter uma sede física para começar a funcionar. A reunião pode acontecer em alguma garagem de um membro da campanha, no sindicato, salão da igreja ou na mesa da padaria do bairro ou do trabalho.

A reunião, a conversa olho no olho é importante para criar “massa crítica” e opinião pública mais efetiva, coesa. Além de construir laços entre os participantes em um processo também de formação política coletiva e de pactuar os objetivos de cada comitê, conforme cada circunstância e realidade.

Esses objetivos podem ser uma meta de organização no estado, manter viva a campanha na cidade, reunir com líderes de instituições para apresentar a campanha, realizar atividades e debates. Enfim, a campanha pode ganhar a forma que for decidida entre os seus membros.

Outro desafio é a distribuição dos materiais de comunicação Lula Livre para o máximo de pessoas possíveis e a produção local de outros materiais.

De maneira organizada fica mais fácil a ideia coletiva se tornar realidade. “Sonho que se sonha junto, vira realidade”, já disse o escritor Miguel de Cervantes.